Não tenhas medo de ir devagar, tem apenas de não ir

Atualizado: Abr 10


A pressa de atingir algo nem sempre é o melhor aliado quando precisamos de trabalhar algo em nós e não percebemos que a aprendizagem está no caminho, não no resultado.


Fui obrigada a desacelerar....em 2013 com uma nivrite ótica, primeiro sintoma....em 2014 com uma depressão...teimosinha não parei quando me foi recomendado e bati no fundo....ao recuperar, com ajuda, uma amiga DAI (fiz amizade com ela) foi diagnosticada a seguir.


Desecelerei a mente acelerada e o corpo, o ritmo mudou e a consciência aumentou. Deixou de haver pressa, deixei de querer a todo o custo algo que não tinha de acontecer. Aprendo apenas a ser, todos os dias.


O autocuidado, autoconhecimento, autoperdao ajudaram-me e ajudam-me todos os dias a caminhar e a refletir mais um pouco sobre mim e sobre o que ando aqui a fazer. Ao meu ritmo, não ao que é esperado ou expectável.


Os tempos atuais obrigam-nos a parar para mudar algo em nós, se conseguirmos percebê-lo. É preciso uma pandemia para fazer abrandar o passo e ver aquilo de que precisamos, e eu sinto me grata por já o estar a fazer há mais tempo, a voltar à minha essência, tão perdida que estava.


Não sou o que me acontece, sou o que faço com aquilo que me acontece, sendo ainda redutor, por que eu sou um mundo de possibilidades (todos nós somos). E eu escolho voltar a casa todos os dias = à minha essência, mesmo que haja desvios no caminho, porque há, por isso é que cá andamos.


E todos podemos fazer esse caminho, voltar a casa, ao nosso templo, que somos nós e não o que temos. Ou podemos ficar sentados à espera que as coisas aconteçam, coisas que não vêm se não agirmos para que aconteçam.


É altura de acordar e despertar! ☀️


A 4hands® pode ajudar-te nesse caminho 💖


Joana